Errante e sem destino batia suas asas
Voos não alçava quando em meu caminho pousou
Cantando alegremente em meu ninho chegou
No primeiro raio de sol, nas gotas de chuva
Entre florestas e jardins
Foi assim, com a força de cada amanhecer
Juntos o horizonte conquistamos
O infinito era exato e as certezas construídas
Mas veio a tempestade e com suas asas vacilantes
Nosso ninho você deixou
Ah! meu passarinho
Hoje o vento sussurrou que a saudade (d)aqui brotou.

Passarinho vacilão esse. aposto que se perdeu e ta machucado!
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