leituras, constatações, devaneios, trechos de vida, caminhos, pensamentos, sensações, impressões, percepções, recortes, rascunhos, realidades, sonhos, loucuras, casos, acasos, vontades, possibilidades...
A liberdade em meu amor relata seu momento
A sinceridade em seu calor esclarece sua escolha
Em nossas vidas compartilhadas, cada entrega uma resposta
Em nossos caminhos entrelaçados, cada dia possibilidades...
“Expressão, registro biográfico e arte contemporânea”, baseada em Exposição de Sophie Calle - Cuide de você – MAM/Bahia- 02/10/2009.
A sinceridade em seu calor esclarece sua escolha
Em nossas vidas compartilhadas, cada entrega uma resposta
Em nossos caminhos entrelaçados, cada dia possibilidades...
“Expressão, registro biográfico e arte contemporânea”, baseada em Exposição de Sophie Calle - Cuide de você – MAM/Bahia- 02/10/2009.
Amor, sorriso e a flor do querer
Não sei se é a saudade que acorda o meu mundo ou se em meu mundo ela não dorme. Só sei que em dias assim, lembro dos beijos atirados pra mim quando debruçada na janela pra ver mais alguns sorrisos com promessas de volta.
Dias como aqueles, os abraços envolviam o universo e os sorrisos coloriam os dias mais cinzentos.
Sempre existiu amor, sorriso e a flor do querer...
Dias como aqueles, os abraços envolviam o universo e os sorrisos coloriam os dias mais cinzentos.
Sempre existiu amor, sorriso e a flor do querer...
A poesia nunca vai embora
Mesmo sem rima, ela permanece
Até quando a esperança já perdeu sua cor
Ela dá gargalhada e também grita aos prantos
Sabe da loucura e também da sensatez
Conhece as tempestades no mar e a serenidade dos rios.
Sabe dos segredos dos sonhos e das urgências da realidade
Entende da dor e conhece a profundidade do amor
A poesia está contida na vida que também vive em toda a poesia.
Mesmo sem rima, ela permanece
Até quando a esperança já perdeu sua cor
Ela dá gargalhada e também grita aos prantos
Sabe da loucura e também da sensatez
Conhece as tempestades no mar e a serenidade dos rios.
Sabe dos segredos dos sonhos e das urgências da realidade
Entende da dor e conhece a profundidade do amor
A poesia está contida na vida que também vive em toda a poesia.
Ah! cala-te boca do desejo.
Ele disse que lhe provoco sorrisos
Mas que privilégio mesmo estando distante
Pois ao imaginar aquela boca
Até a poesia se cala
Sentindo a imensidão de um mar lascivo.
Ah, cala-te boca do desejo!
Mas que privilégio mesmo estando distante
Pois ao imaginar aquela boca
Até a poesia se cala
Sentindo a imensidão de um mar lascivo.
Ah, cala-te boca do desejo!
Tão breve, tão intenso.
A brevidade de sua presença no infinito se transformou.
É latente em meu pensamento o pulsar de seu sorriso.
É inebriante seu cheiro em meus sentidos e singular o abraço em minhas vontades.
A essência do seu cheiro está em toda a minha saudade...
É latente em meu pensamento o pulsar de seu sorriso.
É inebriante seu cheiro em meus sentidos e singular o abraço em minhas vontades.
A essência do seu cheiro está em toda a minha saudade...
Caminhos
Hoje o caminho calçou outros sapatos; ou tirou sapatos?
Hoje o caminho entendeu que bastam pés...
E que para voar basta o pensamento.
Hoje o caminho entendeu que bastam pés...
E que para voar basta o pensamento.
Reticências interrogativas
Por onde anda aquele sorriso que incendeia...?
Onde estão as gotas que arrepiam no suor que escorre, nas mãos que percorrem...?
Que caminho explora, que destino alcança...?
Para onde vai aquele abraço que invade e transborda no espaço...?
De onde vem aquele beijo; que bagunça faz; que sentido tem...?
Que força traz, que delírio sinto...?
Tem brilho de sol aquele mar escuro onde navego e sem rumo me vejo...?
Tem cheiro de chuva aquela pele que em mim está e que em você me encontro...
Onde estão as gotas que arrepiam no suor que escorre, nas mãos que percorrem...?
Que caminho explora, que destino alcança...?
Para onde vai aquele abraço que invade e transborda no espaço...?
De onde vem aquele beijo; que bagunça faz; que sentido tem...?
Que força traz, que delírio sinto...?
Tem brilho de sol aquele mar escuro onde navego e sem rumo me vejo...?
Tem cheiro de chuva aquela pele que em mim está e que em você me encontro...
Acaso
Abri o peito ao acaso e quis cultivar o que a vida me trouxe
Sentimentos feitos para transcender, para fazê-los poesia ritmada
Mas agora acho que o acaso errou de endereço e me pregou uma peça
Quando o abracei com todas as virgulas e reticências, ele se foi sem um ponto final
Fiquei entre as interrogações e os velhos medos conhecidos, que teimam em mostrar os dentes ao gargalhar em meio ao silêncio.
Sentimentos feitos para transcender, para fazê-los poesia ritmada
Mas agora acho que o acaso errou de endereço e me pregou uma peça
Quando o abracei com todas as virgulas e reticências, ele se foi sem um ponto final
Fiquei entre as interrogações e os velhos medos conhecidos, que teimam em mostrar os dentes ao gargalhar em meio ao silêncio.
Num piscar de olhos...
Num piscar de olhos, tua presença me encantou
Assim como a luz, o soprar do vento e as notas de uma canção
Num enlace de abraços, sorrisos suspensos no espaço
Tua essência se fez, resplandeceu em minh’alma
Na loucura dos laços, no encaixe dos abraços
As estrelas, os lábios, o cantar e o coração
A emaranhar entre os fios que o destino tece.
Assim como a luz, o soprar do vento e as notas de uma canção
Num enlace de abraços, sorrisos suspensos no espaço
Tua essência se fez, resplandeceu em minh’alma
Na loucura dos laços, no encaixe dos abraços
As estrelas, os lábios, o cantar e o coração
A emaranhar entre os fios que o destino tece.
Ah! meu passarinho
Errante e sem destino batia suas asas
Voos não alçava quando em meu caminho pousou
Cantando alegremente em meu ninho chegou
No primeiro raio de sol, nas gotas de chuva
Entre florestas e jardins
Foi assim, com a força de cada amanhecer
Juntos o horizonte conquistamos
O infinito era exato e as certezas construídas
Mas veio a tempestade e com suas asas vacilantes
Nosso ninho você deixou
Ah! meu passarinho
Hoje o vento sussurrou que a saudade (d)aqui brotou.
Voos não alçava quando em meu caminho pousou
Cantando alegremente em meu ninho chegou
No primeiro raio de sol, nas gotas de chuva
Entre florestas e jardins
Foi assim, com a força de cada amanhecer
Juntos o horizonte conquistamos
O infinito era exato e as certezas construídas
Mas veio a tempestade e com suas asas vacilantes
Nosso ninho você deixou
Ah! meu passarinho
Hoje o vento sussurrou que a saudade (d)aqui brotou.
Quando nos despimos de toda lucidez e deixamos uma dor escancarada a penetrar todos os cantos da alma, fazendo vibrar toda escuridão, sabemos que nem mesmo a lua nos afaga.
E é assim, na beira de um precipício, numa tempestade de uma noite sombria ou na morte de um sonho que queremos quem faça vibrar a melodia que nos traga o sol.
E é assim, na beira de um precipício, numa tempestade de uma noite sombria ou na morte de um sonho que queremos quem faça vibrar a melodia que nos traga o sol.
Assinar:
Postagens (Atom)





