A poesia nunca vai embora
Mesmo sem rima, ela permanece
Até quando a esperança já perdeu sua cor
Ela dá gargalhada e também grita aos prantos
Sabe da loucura e também da sensatez
Conhece as tempestades no mar e a serenidade dos rios.
Sabe dos segredos dos sonhos e das urgências da realidade
Entende da dor e conhece a profundidade do amor
A poesia está contida na vida que também vive em toda a poesia.

Ah! cala-te boca do desejo.

Ele disse que lhe provoco sorrisos
Mas que privilégio mesmo estando distante
Pois ao imaginar aquela boca
Até a poesia se cala
Sentindo a imensidão de um mar lascivo.
Ah, cala-te boca do desejo!
Quis te encontrar na multidão
Mas só te senti nas notas de uma canção.




Tão breve, tão intenso.

A brevidade de sua presença no infinito se transformou.
É latente em meu pensamento o pulsar de seu sorriso.
É inebriante seu cheiro em meus sentidos e singular o abraço em minhas vontades.

A essência do seu cheiro está em toda a minha saudade...